Lembram as revistas cor-de-rosa, na busca incessante de cumprir o serviço público, que D. Afonso, filho de D. Duarte, fez 14 anos.
Sei que todos estão a perguntar, cheios de curiosidade: o que quererá ser D. Afonso quando for grande? Pois bem, a essa importante questão, a revista responde: o rapaz quer ser biólogo.
Perguntam vocês: mas Biólogo, D. Afonso? Isso, pelo menos em Portugal, dá para quê? Sempre será melhor que advogado e jornalista, que esses é que não se safam mesmo, mas mesmo assim... Biólogo?
Permitam que discorde de vocês: o rapaz revela uma clara evolução em relação ao pai, que quando for... grande quer ser... Rei...
segunda-feira, 29 de março de 2010
segunda-feira, 22 de março de 2010
O meu 'puto' é um brincalhão...
O meu puto está mesmo crescido. Acabadinho de fazer dois anos, olho para aqueles cinco palmos de gente, pego no lenço e começo a limpar a boca da baba que cai em cataratas...
Por uns segundos, tento imaginar o que se passa naquela cabecinha. A forma como ele vê o mundo, os seus dilemas e preocupações. O que o assusta e o deixa feliz. Tentei colocar-me na pele dele e, pelo seu comportamento, cheguei a algumas conclusões sobre as descobertas que ele já fez:
1 - Colocar as mãos sobre a cara e baixar a cabeça em sinal de inconsolável tristeza costuma transformar a cara zangada dos pais numa sonora gargalhada...
2 - Mandar-se de cu para cima da cara do pai é a melhor maneira de o acordar...
3 - A mousse de chocolate é mais saborosa comida com os dedos do que com a colher...
4 - Os desenhos ficam mais bonitos na parede da sala do que numa folha de papel...
5 - Mexer na pilinha quando se muda a fralda é mais interessante do que mexer no rabo...
6 - Quando não se tem fome, mais vale duas garfadas de comida pelo ar do que uma no prato...
7- O colchão da cama dos pais não gosta de crianças aos saltos e, às vezes, manda-as para o meio do chão...
8- O chão da cozinha é mágico, já que cada vez que que um copo de vidro cai... desaparece
9 - Os CD's dos pais ficam melhor arrumados no chão que nas prateleiras...
10 - Água mole em chão duro e ainda dá para rir com os pais a escorregar e a cair...
Enfim, bebés...
Por uns segundos, tento imaginar o que se passa naquela cabecinha. A forma como ele vê o mundo, os seus dilemas e preocupações. O que o assusta e o deixa feliz. Tentei colocar-me na pele dele e, pelo seu comportamento, cheguei a algumas conclusões sobre as descobertas que ele já fez:
1 - Colocar as mãos sobre a cara e baixar a cabeça em sinal de inconsolável tristeza costuma transformar a cara zangada dos pais numa sonora gargalhada...
2 - Mandar-se de cu para cima da cara do pai é a melhor maneira de o acordar...
3 - A mousse de chocolate é mais saborosa comida com os dedos do que com a colher...
4 - Os desenhos ficam mais bonitos na parede da sala do que numa folha de papel...
5 - Mexer na pilinha quando se muda a fralda é mais interessante do que mexer no rabo...
6 - Quando não se tem fome, mais vale duas garfadas de comida pelo ar do que uma no prato...
7- O colchão da cama dos pais não gosta de crianças aos saltos e, às vezes, manda-as para o meio do chão...
8- O chão da cozinha é mágico, já que cada vez que que um copo de vidro cai... desaparece
9 - Os CD's dos pais ficam melhor arrumados no chão que nas prateleiras...
10 - Água mole em chão duro e ainda dá para rir com os pais a escorregar e a cair...
Enfim, bebés...
domingo, 14 de março de 2010
Pornografia, igreja, sotiã e namoro
Pornografia na igreja
Um homem foi preso nos Estados Unidos por ter, clandestinamente, entrado para dentro de uma igreja quando a mesma se encontrava fechada. Quando a polícia entrou, o homem estava a ver... filmes pornográficos...
A polícia ficou intrigada com a escolha de uma igreja para o homem, em paz e sossego, ver esses filmes. Não sei o que o invasor respondeu, mas eu suspeito que era por causa da religiosidade das actrizes deste género cinematográfico, já que passam a vida a dizer «oh my God, oh my God...»
Dinheiro no Sotiã
Uma mulher foi presa nos Estados Unidos por pertencer a um gang que assaltava bancos. E foi detida com a mão na massa, embora neste caso mais com... as mamas na massa. A senhora, que mede 1,82 metros e pesa... 160 quilos, tinha, no momento em que foi presa, 26 mil dólares acabadinhos de roubar escondidos no... sotiã.
Se eu fosse polícia, tenha muito medo. Muito medo mesmo. É que a avaliar pelo porte da senhora e pelo número de dólares escondidos, o que ela tem debaixo do sotiã não são seios. São armas mortais mesmo, em especial de bater na cabeça de alguém... cruzes...
Cedo para namorar
Uma escola primária inglesa proibiu os alunos de trocarem cartões do dia dos namorados, no último dia 14 de Fevereiro (esta notícia é mesmo fresquinha...) por achar que «as crianças não são maduras o suficiente para serem incentivadas ao namoro e ao romance».
Se esta escola fizer doutrina noutras escolas, eu parto do princípio que as aulas de educação sexual estejam fora de causa, por acharem que adolescentes de 11 a 16 anos não sejam maduros o suficiente para terem relações sexuais ou que não tenham maturidade a suficiente para comprarem preservativos.
Daqui a uns anos a gente conversa...
Um homem foi preso nos Estados Unidos por ter, clandestinamente, entrado para dentro de uma igreja quando a mesma se encontrava fechada. Quando a polícia entrou, o homem estava a ver... filmes pornográficos...
A polícia ficou intrigada com a escolha de uma igreja para o homem, em paz e sossego, ver esses filmes. Não sei o que o invasor respondeu, mas eu suspeito que era por causa da religiosidade das actrizes deste género cinematográfico, já que passam a vida a dizer «oh my God, oh my God...»
Dinheiro no Sotiã
Uma mulher foi presa nos Estados Unidos por pertencer a um gang que assaltava bancos. E foi detida com a mão na massa, embora neste caso mais com... as mamas na massa. A senhora, que mede 1,82 metros e pesa... 160 quilos, tinha, no momento em que foi presa, 26 mil dólares acabadinhos de roubar escondidos no... sotiã.
Se eu fosse polícia, tenha muito medo. Muito medo mesmo. É que a avaliar pelo porte da senhora e pelo número de dólares escondidos, o que ela tem debaixo do sotiã não são seios. São armas mortais mesmo, em especial de bater na cabeça de alguém... cruzes...
Cedo para namorar
Uma escola primária inglesa proibiu os alunos de trocarem cartões do dia dos namorados, no último dia 14 de Fevereiro (esta notícia é mesmo fresquinha...) por achar que «as crianças não são maduras o suficiente para serem incentivadas ao namoro e ao romance».
Se esta escola fizer doutrina noutras escolas, eu parto do princípio que as aulas de educação sexual estejam fora de causa, por acharem que adolescentes de 11 a 16 anos não sejam maduros o suficiente para terem relações sexuais ou que não tenham maturidade a suficiente para comprarem preservativos.
Daqui a uns anos a gente conversa...
quarta-feira, 10 de março de 2010
O meu filho é um artista pós moderno
A vantagem de se ter uma filha que não arruma o material escolar depois de ter feito os trabalhos de casa é o irmão mais novo, de quase dois anos, pegar nas canetas de feltro para fazer o teste vocacional para as artes.
Os bebés até gostam de pensar em grande e desde logo chegam à conclusão que uma simples folha de papel A4 não faz juz ao seu talento. Querem uma tela grande, branca, onde possam dar asas à sua creatividade.
Um bebé pega nas canetas de feltro e começa a pensar: ora bem, onde posso testar a minha vocação para pintura? É aqui que eles sorriem e dizem: eureka. A resposta estava mesmo à frente dos olhos deles, em forma de... parede.
O engraçado é que os bebés fazem questão de fazer este teste vocacional longe do olhar dos pais. Depois, os bebés ficam todos babados quando vêm a cara de espanto dos progenitores, que eles interpretam como cara maravilhada, ao olharem para as paredes que, de repente, se transformaram em obras de arte...
Eu estava na dúvida sobre o que havia de fazer: ou submergia as pinturas da parede da minha sala com tinta branca, ou decido como o governo então fez em relação às pinturas rupestres de Foz Coa e deixo ficar como obra prima do meu filhote. E sempre posso dizer aos meus convidados que aquilo representa agora uma decoração pós-moderna e abstracta...
Até porque, há boas hipótese de gastar tinta para nada. É que o mais certo é a minha filha voltar a esquecer-se de arrumar as canetas de feltro e o meu filhote decidir aperfeiçoar a sua técnica de pintura...
SOCORROOOOOOOO
Os bebés até gostam de pensar em grande e desde logo chegam à conclusão que uma simples folha de papel A4 não faz juz ao seu talento. Querem uma tela grande, branca, onde possam dar asas à sua creatividade.
Um bebé pega nas canetas de feltro e começa a pensar: ora bem, onde posso testar a minha vocação para pintura? É aqui que eles sorriem e dizem: eureka. A resposta estava mesmo à frente dos olhos deles, em forma de... parede.
O engraçado é que os bebés fazem questão de fazer este teste vocacional longe do olhar dos pais. Depois, os bebés ficam todos babados quando vêm a cara de espanto dos progenitores, que eles interpretam como cara maravilhada, ao olharem para as paredes que, de repente, se transformaram em obras de arte...
Eu estava na dúvida sobre o que havia de fazer: ou submergia as pinturas da parede da minha sala com tinta branca, ou decido como o governo então fez em relação às pinturas rupestres de Foz Coa e deixo ficar como obra prima do meu filhote. E sempre posso dizer aos meus convidados que aquilo representa agora uma decoração pós-moderna e abstracta...
Até porque, há boas hipótese de gastar tinta para nada. É que o mais certo é a minha filha voltar a esquecer-se de arrumar as canetas de feltro e o meu filhote decidir aperfeiçoar a sua técnica de pintura...
SOCORROOOOOOOO
terça-feira, 2 de março de 2010
Você gosta de risco?
Tive acesso a um questionário altamente científico (pelo menos é o que garante a revista cor de rosa), para saber se sou ou não uma pessoa que gosta de arriscar. Para mim, estar disponível para responder às 10 perguntas seria mais do que suficiente para ficar provado que gosto de arriscar, mas os autores do estudo precisam de contabilizar pontos para ver se eu gosto ou não de arriscar. Ora aqui estão as perguntas e as respostas que dei:
1 - Mente, por vezes, para ver se pega e para poder, dessa forma, observar a reacção dos outros?
- Sim. Às vezes digo ao meu filho: olha que a mousse de chocolate sabe mal, dá ao pai que eu trato disso. Não devo ser convincente. O puto ri-se e mostra os dentes pretos e um bigode do tamanho do mundo...
2 - Desagrada-lhe viajar com pessoas estranhas?
- Já viajei no mesmo comboio de um tipo que dizia que era a reincarnação de Jesus Cristo. Era uma pessoa muito estranha e até gostei, foi divertido...
3- Joga à lotaria ou pratica outros jogos de azar?
Lotaria nunca, mas jogos de azar já joguei, nomeadamente cada vez que... me apaixonei.
4 - Investe o seu dinheiro na bolsa, mesmo quando a situação lhe suscita algumas dúvidas?
A situação nunca me suscita dúvidas. Não tenho dinheiro para investir, ponto final...
5 - Os desportos arriscados atraem-na ao ponto de praticá-los?
Claro. Existe um desporto muito giro, que se chama Berlimsujo. O que é? É comer bolas de Berlim de enfiada sem sujar a camisa com creme... Bueda radical, digo-vos!
6 - Teria medo de voar num parapente?
Não. Quanto muito de cair...
7 - Poupar dinheiro parece-lhe desnecessário, pelo menos nesta fase da sua vida?
Poupar dinheiro parece-me impossível...
8 - Tem um plano de reforma?
Tenho: trabalhar a vida toda...
9 - Já tem manifestado os seus sentimentos amorosos mesmo com muitas possibilidades de os ver rejeitados?
Até já manifestei mesmo coprrendo o risco de serem... correspondidos...
10 - Prefere um trabalho seguro a um outro melhor, mas incerto?
Nos tempos que correm, prefiro um trabalho...
E pronto, despois de responder ao questionário, fiquei com a certeza que sou uma pessoa que adora o risco. Responder a este inquérito no local de trabalho é correr mesmo riscos...
1 - Mente, por vezes, para ver se pega e para poder, dessa forma, observar a reacção dos outros?
- Sim. Às vezes digo ao meu filho: olha que a mousse de chocolate sabe mal, dá ao pai que eu trato disso. Não devo ser convincente. O puto ri-se e mostra os dentes pretos e um bigode do tamanho do mundo...
2 - Desagrada-lhe viajar com pessoas estranhas?
- Já viajei no mesmo comboio de um tipo que dizia que era a reincarnação de Jesus Cristo. Era uma pessoa muito estranha e até gostei, foi divertido...
3- Joga à lotaria ou pratica outros jogos de azar?
Lotaria nunca, mas jogos de azar já joguei, nomeadamente cada vez que... me apaixonei.
4 - Investe o seu dinheiro na bolsa, mesmo quando a situação lhe suscita algumas dúvidas?
A situação nunca me suscita dúvidas. Não tenho dinheiro para investir, ponto final...
5 - Os desportos arriscados atraem-na ao ponto de praticá-los?
Claro. Existe um desporto muito giro, que se chama Berlimsujo. O que é? É comer bolas de Berlim de enfiada sem sujar a camisa com creme... Bueda radical, digo-vos!
6 - Teria medo de voar num parapente?
Não. Quanto muito de cair...
7 - Poupar dinheiro parece-lhe desnecessário, pelo menos nesta fase da sua vida?
Poupar dinheiro parece-me impossível...
8 - Tem um plano de reforma?
Tenho: trabalhar a vida toda...
9 - Já tem manifestado os seus sentimentos amorosos mesmo com muitas possibilidades de os ver rejeitados?
Até já manifestei mesmo coprrendo o risco de serem... correspondidos...
10 - Prefere um trabalho seguro a um outro melhor, mas incerto?
Nos tempos que correm, prefiro um trabalho...
E pronto, despois de responder ao questionário, fiquei com a certeza que sou uma pessoa que adora o risco. Responder a este inquérito no local de trabalho é correr mesmo riscos...
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Obrigado TMN
Aconteceu-me hoje o que já terá acontecido a muita gente: peguei no telemóvel, enganei-me e liguei para o meu próprio número...
Claro que apareceu o sinal de impedido (foi aqui que dei pelo erro) e até aqui tudo bem.
Uns segundos depois, a TMN mandou-me uma mensagem a avisar que aquele número «tentou ligar-lhe 1 vez», ou seja, avisou-me a mim que eu tentei ligar para mim mesmo, o que é simpático, não fosse 'mim' nunca vir a saber que eu tentei ligar-me e perdesse algo importante.
Uns segundos depois, nova mensagem: «O número que tentou contactar já está disponível». Ou seja, era a TMN a avisar-me que eu já estava dispoível e, como tal, já podia ligar para mim mesmo...
Confuso? Pois... certo é que mais do que nunca a TMN tem razão quando diz «onde estiver, está lá». E não é que estava?
Claro que apareceu o sinal de impedido (foi aqui que dei pelo erro) e até aqui tudo bem.
Uns segundos depois, a TMN mandou-me uma mensagem a avisar que aquele número «tentou ligar-lhe 1 vez», ou seja, avisou-me a mim que eu tentei ligar para mim mesmo, o que é simpático, não fosse 'mim' nunca vir a saber que eu tentei ligar-me e perdesse algo importante.
Uns segundos depois, nova mensagem: «O número que tentou contactar já está disponível». Ou seja, era a TMN a avisar-me que eu já estava dispoível e, como tal, já podia ligar para mim mesmo...
Confuso? Pois... certo é que mais do que nunca a TMN tem razão quando diz «onde estiver, está lá». E não é que estava?
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Sugestões
Sugestão de leitura
Vou a passar pela montra de uma livraria e reparo com um livro sugestivo: «Como conseguir tudo o que quer sem gastar dinheiro».
Se calhar sou eu que estou a ver mal a coisa, mas em certos países isso chama-se «gamar» e dá direito a um outro livro: «Como ocupar o seu tempo livre quando o sol se vê aos quadradinhos...»
Sugestão de decoração
Leio agora numa revista que a Ana Sofia vai abrir uma loje de decoração online. Quem é a Ana Sofia? Pois, parece que foi namorada do Djaló e é detentora de especiais atributos, o que só lhe fica bem, diga-se.
Diz a Ana Sofia que vai a casa das pessoas, faz um projecto em 3D e se o cliente gostar, compra.
Amiga Ana Sofia, duas coisas:
- Cuidado com as expressões que usa, porque os homens têm mentes depravadas e não comece logo a dizer que vai a casa das pessoas e faz logo um projecto 3D... Já devia saber como são os homens...
- Se decorar com tão bom gosto a casa das pessoas como se decora a si, o sucesso é garantido. Gosto do seu conceito minimalista.
Vou a passar pela montra de uma livraria e reparo com um livro sugestivo: «Como conseguir tudo o que quer sem gastar dinheiro».
Se calhar sou eu que estou a ver mal a coisa, mas em certos países isso chama-se «gamar» e dá direito a um outro livro: «Como ocupar o seu tempo livre quando o sol se vê aos quadradinhos...»
Sugestão de decoração
Leio agora numa revista que a Ana Sofia vai abrir uma loje de decoração online. Quem é a Ana Sofia? Pois, parece que foi namorada do Djaló e é detentora de especiais atributos, o que só lhe fica bem, diga-se.
Diz a Ana Sofia que vai a casa das pessoas, faz um projecto em 3D e se o cliente gostar, compra.
Amiga Ana Sofia, duas coisas:
- Cuidado com as expressões que usa, porque os homens têm mentes depravadas e não comece logo a dizer que vai a casa das pessoas e faz logo um projecto 3D... Já devia saber como são os homens...
- Se decorar com tão bom gosto a casa das pessoas como se decora a si, o sucesso é garantido. Gosto do seu conceito minimalista.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Fui apanhado nas escutas!
Meus amigos, o semanário SOL vai divulgar mais algumas escutas do caso já conhecido como O Polvo à Lagareiro, já que quem se mete nesta confusão parece assar em azeite a ferver, o que não deve ser agradável...
Este blog consegue antecipar o teor destas bombásticas escutas entre o nosso primeiro e um internacionalmente famoso bloguista:
- Está lá, quem fala?
- Sou eu, o primeiro...
- O primeiro a quê?
- O primeiro, bolas...
- A sério?!!!! A que devo tal assombração?
- ...---...
- Caíu alguma coisa, senhor primeiro?
- ...---...
- Está lá?
- Bolas, homem, você não percebe código morse?
- Porque carga de água haveria de falar em morse consigo, senhor primeiro?
- Nunca ouviu falar das escutas?
- Eu ouvir, já ouvi. E olhe que fiquei chateado, senhor primeiro...
- Chateado? Porquê?
- Porquê? Então, no meu blog eu passo a vida a gozar consigo, desanco-o de alto a baixo e não há uma única PT que abra os cordões à bolsa para comprar o Rio, Logo Existo? Nem um milhãozinho só para início de conversa?
- Meu caro amigo, lhe garanto que não tenho nenhum conhecimento formal do seu blog... Mas, já agora, era precisamente por causa do seu blog que estava a ligar...
- Estava a ver que nunca mais, já me sentia descriminado... Que tal convidar-me para um pequeno almoço?
- E porquê pequeno almoço?
- Pelo que tenho lido, senhor primeiro, o partido paga bem a quem tome o pequeno almoço consigo... Por metade eu aceito... Um lugar na administração de uma grande empresa também está certo. Posso não acrescentar nada a essa empresa, mas aí era como outros e pelo menos eu sempre iria tentar divertir as pessoas dessa empresa... E elas, bem dispostas, sempre rendiam mais....
- Você não dá ponto sem nó... No fundo, eu só gostava que você me conhecesse um pouco melhor e entendesse que eu sou uma pessoa pacífica, bem intencionada, que respeita os jornalistas e que gosto tanto do seu blog e do seu sentido de humor que eu acho que a direcção que está a tomar não faz jus ao seu talento...
- ..-. --- -.. .- ... .!!!!!!!!
ps1- Este meu texto foi lido, corrigido e relido pelos meus advogados, que me pediram que utilizasse a palavra 'primeiro' em vez de estar a escrever José Sócrates...
ps2 - Foi-me ainda pedido que escrevesse que qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência.
Infelizmente é, porque nem pequenos almoços nem lugares em empresas públicas a ganhar milhões...
ps3 - Estou a exagerar nos 'ps' por motivos óbvios... Só não sei quais são...
ps4 - Já chega, não acham?
Este blog consegue antecipar o teor destas bombásticas escutas entre o nosso primeiro e um internacionalmente famoso bloguista:
- Está lá, quem fala?
- Sou eu, o primeiro...
- O primeiro a quê?
- O primeiro, bolas...
- A sério?!!!! A que devo tal assombração?
- ...---...
- Caíu alguma coisa, senhor primeiro?
- ...---...
- Está lá?
- Bolas, homem, você não percebe código morse?
- Porque carga de água haveria de falar em morse consigo, senhor primeiro?
- Nunca ouviu falar das escutas?
- Eu ouvir, já ouvi. E olhe que fiquei chateado, senhor primeiro...
- Chateado? Porquê?
- Porquê? Então, no meu blog eu passo a vida a gozar consigo, desanco-o de alto a baixo e não há uma única PT que abra os cordões à bolsa para comprar o Rio, Logo Existo? Nem um milhãozinho só para início de conversa?
- Meu caro amigo, lhe garanto que não tenho nenhum conhecimento formal do seu blog... Mas, já agora, era precisamente por causa do seu blog que estava a ligar...
- Estava a ver que nunca mais, já me sentia descriminado... Que tal convidar-me para um pequeno almoço?
- E porquê pequeno almoço?
- Pelo que tenho lido, senhor primeiro, o partido paga bem a quem tome o pequeno almoço consigo... Por metade eu aceito... Um lugar na administração de uma grande empresa também está certo. Posso não acrescentar nada a essa empresa, mas aí era como outros e pelo menos eu sempre iria tentar divertir as pessoas dessa empresa... E elas, bem dispostas, sempre rendiam mais....
- Você não dá ponto sem nó... No fundo, eu só gostava que você me conhecesse um pouco melhor e entendesse que eu sou uma pessoa pacífica, bem intencionada, que respeita os jornalistas e que gosto tanto do seu blog e do seu sentido de humor que eu acho que a direcção que está a tomar não faz jus ao seu talento...
- ..-. --- -.. .- ... .!!!!!!!!
ps1- Este meu texto foi lido, corrigido e relido pelos meus advogados, que me pediram que utilizasse a palavra 'primeiro' em vez de estar a escrever José Sócrates...
ps2 - Foi-me ainda pedido que escrevesse que qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência.
Infelizmente é, porque nem pequenos almoços nem lugares em empresas públicas a ganhar milhões...
ps3 - Estou a exagerar nos 'ps' por motivos óbvios... Só não sei quais são...
ps4 - Já chega, não acham?
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Grande Mestre Badio
Admiro a insistência do 'Grande Mestre Badio', que de vez em quando deixa, ou alguém por ele, um papelinho no parabrisas do meu automóvel a 'oferecer' os seus inestimáveis préstimos para resolver todos os meus problemas.
Senhor Badio, eu não quero que resolva todos os meus problemas, caso contrário a vida não tinha sal. Quero ser eu a resolvê-los.
Diz Vossa Excelência que resolve problemas e falo apenas de alguns exemplos:
«Casamento» - Pois eu tenho duas maneiras de o resolver: chamam-se «casar» e «divorciar». E fica resolvido.
«Dinheiro» - Também tenho dois remédios: «ou se tem» ou se «não tem». E gosto daquela máxima de «quem não tem dinheiro não tem vícios».
«Aproxima e afasta as pessoas» - Muito simples: para aproximar é dizer que se tem muito dinheiro, para afastar é dizer a verdade na cara das pessoas. É tiro e queda...
«Saúde» - Não ligar patavina para o que o grande mestre promete é revelador de uma boa saúde... mental.
«Maus olhados» - Como só me afecta quem eu deixo, conheço um escudo infalível para mostrar a quem nos lança maus olhados. É uma mão, com o dedo do meio bem esticado e os outros aninhados...
Fiz-me entender, 'Grande Mestre Badio'?
Senhor Badio, eu não quero que resolva todos os meus problemas, caso contrário a vida não tinha sal. Quero ser eu a resolvê-los.
Diz Vossa Excelência que resolve problemas e falo apenas de alguns exemplos:
«Casamento» - Pois eu tenho duas maneiras de o resolver: chamam-se «casar» e «divorciar». E fica resolvido.
«Dinheiro» - Também tenho dois remédios: «ou se tem» ou se «não tem». E gosto daquela máxima de «quem não tem dinheiro não tem vícios».
«Aproxima e afasta as pessoas» - Muito simples: para aproximar é dizer que se tem muito dinheiro, para afastar é dizer a verdade na cara das pessoas. É tiro e queda...
«Saúde» - Não ligar patavina para o que o grande mestre promete é revelador de uma boa saúde... mental.
«Maus olhados» - Como só me afecta quem eu deixo, conheço um escudo infalível para mostrar a quem nos lança maus olhados. É uma mão, com o dedo do meio bem esticado e os outros aninhados...
Fiz-me entender, 'Grande Mestre Badio'?
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Sandades de Luanda
Primeiro estranha-se, depois entranha-se. Assim se pode falar um pouco de Luanda, onde estive um mês a fazer a cobertura do campeonato africano das nações.
Para já, cheguei e tive a satisfação de verificar que bastavam sete horas de avião para passar de cinco graus centígrados para 30. É estranho estar num sítio em mangas de camisa e calções e estar a ver na televisão o meus país coberto de neve. E sorri. Principalmente quando mergulhei nas águas quentes de Luanda.
Outra das coisas que me fez muito bem foi o trânsito em Luanda. Meus amigos, o IC19, a segunda circular e o acesso à Ponte 25 de Abril, em hora de ponta, é... trânsito em alta velocidade em Luanda. Cheguei a demorar duas horas e meia para fazer oito quilómetros, logo... Para mais, se o Presidente sai do palácio, muitas ruas são cortadas e começamos a perceber como se sente um frango no forno, principalmente se o ar condicionado não funciona.
O nosso motorista é um ás do volante. Leva-nos por musseques que fazem da Cova da Moura um resort de luxo só para ganharmos tempo. O Jeep salta como se estivesse num trampolim, tais os buracos. E o cheiro de algumas ruelas fazem do rio Trancão, nos bons tempos, um Chanel n.º 5... Mas o engraçado é que vemos gente que não intimida, muitas crianças a brincar e muitos sorrisos. Está-se bem.
Em Luanda a lagosta pode custar o mesmo que um... bitoque. Ou seja, o bitoque é... caro... Uma refeição que não me fica a menos de 50/60 dólares e sem extravagâncias. Vale que se come com a Baia de Luanda em pano de fundo, ou o Atlântico a banhar-me os pés. Provei uma coisa que se chama Calulu. Delicioso. Não me peçam para explicar como é...
Em Luanda os miúdos tocavam-me a medo. «Tens a pele muito fraca», diziam-me. Tocar num branquinho como eu, se bem que a entrar já para o lagosta, era uma descoberta. De facto, a pele deles é bem mais rígida, a minha mais flácida. Foi engraçado, senti-me ave rara que eles queriam tocar.
Em Luanda tudo se vende na rua. Até... sanitas. Ou pneus... Ou sofás em pele, em cima de ruas de... terra batida. Mas tem piada regatear, fazer-se difícil. Há automobilistas que compram o que precisam sem sair do carro. E os miúdos entragam a mercadoria, recebem o dinheiro 50 metros à frente e dão o troco mais à frente, sempre a correr. Estão em grande forma.
Aos poucos, Luanda ganha piada. Tem de tudo, é um mundo. Senti-me seguro. Comi bem, esquecendo o preço das coisas. Entrei por um musseque dentro para comer um excelente Calulu, que me soube tão bem, com vista para a Baía e uns miúdos a pescar à linha, com anzol, mas sem isco. Que perícia.
E se é verdade que encontrei gente que odeia portugueses e que por mandarem numa sala pensam que são presidentes, a maioria das pessoas que encontrei foram afáveis e alegres.
Incrível o ambiente no estádio sempre que a selecção de Angola jogava. Quase a rebentar os tímpanos, tal a festa que se fazia. Haja imaginação para apoiar a selecção, com todo o tipo de adereços.
Chego a Portugal e estão 10 graus. Qua saudades dos 30 de Luanda e das águas quentes para um mergulho. Nunca mais me queixo do trânsito do IC 19.
Viver em Luanda é duro, o tempo tem o seu próprio tempo e nem adianta querer fazer mais do que uma coisa por dia. O trânsito é louco, os horários não são para se cumprir. Há pobreza e riqueza lado a lado. Mas uma pobreza que os abgolanos tornam digna, recorrendo aos biscates e à imaginação para garantirem o pão nosso de cada dia. Mas sente-se que é um país a crescer, em movimento, onde sempre acontecem coisas. Às vezes, neste Portugal, sente-se uma certa claustrofobia, águas paradas e ausência de perspectivas. Tenho pena, porque amo este País. Como gostei muito de Angola. Porque lá, cada vitória sai-nos mesmo do pelo e essas são as vitórias que são mais saborosas. Chego cansado, mas chego bem.
Para já, cheguei e tive a satisfação de verificar que bastavam sete horas de avião para passar de cinco graus centígrados para 30. É estranho estar num sítio em mangas de camisa e calções e estar a ver na televisão o meus país coberto de neve. E sorri. Principalmente quando mergulhei nas águas quentes de Luanda.
Outra das coisas que me fez muito bem foi o trânsito em Luanda. Meus amigos, o IC19, a segunda circular e o acesso à Ponte 25 de Abril, em hora de ponta, é... trânsito em alta velocidade em Luanda. Cheguei a demorar duas horas e meia para fazer oito quilómetros, logo... Para mais, se o Presidente sai do palácio, muitas ruas são cortadas e começamos a perceber como se sente um frango no forno, principalmente se o ar condicionado não funciona.
O nosso motorista é um ás do volante. Leva-nos por musseques que fazem da Cova da Moura um resort de luxo só para ganharmos tempo. O Jeep salta como se estivesse num trampolim, tais os buracos. E o cheiro de algumas ruelas fazem do rio Trancão, nos bons tempos, um Chanel n.º 5... Mas o engraçado é que vemos gente que não intimida, muitas crianças a brincar e muitos sorrisos. Está-se bem.
Em Luanda a lagosta pode custar o mesmo que um... bitoque. Ou seja, o bitoque é... caro... Uma refeição que não me fica a menos de 50/60 dólares e sem extravagâncias. Vale que se come com a Baia de Luanda em pano de fundo, ou o Atlântico a banhar-me os pés. Provei uma coisa que se chama Calulu. Delicioso. Não me peçam para explicar como é...
Em Luanda os miúdos tocavam-me a medo. «Tens a pele muito fraca», diziam-me. Tocar num branquinho como eu, se bem que a entrar já para o lagosta, era uma descoberta. De facto, a pele deles é bem mais rígida, a minha mais flácida. Foi engraçado, senti-me ave rara que eles queriam tocar.
Em Luanda tudo se vende na rua. Até... sanitas. Ou pneus... Ou sofás em pele, em cima de ruas de... terra batida. Mas tem piada regatear, fazer-se difícil. Há automobilistas que compram o que precisam sem sair do carro. E os miúdos entragam a mercadoria, recebem o dinheiro 50 metros à frente e dão o troco mais à frente, sempre a correr. Estão em grande forma.
Aos poucos, Luanda ganha piada. Tem de tudo, é um mundo. Senti-me seguro. Comi bem, esquecendo o preço das coisas. Entrei por um musseque dentro para comer um excelente Calulu, que me soube tão bem, com vista para a Baía e uns miúdos a pescar à linha, com anzol, mas sem isco. Que perícia.
E se é verdade que encontrei gente que odeia portugueses e que por mandarem numa sala pensam que são presidentes, a maioria das pessoas que encontrei foram afáveis e alegres.
Incrível o ambiente no estádio sempre que a selecção de Angola jogava. Quase a rebentar os tímpanos, tal a festa que se fazia. Haja imaginação para apoiar a selecção, com todo o tipo de adereços.
Chego a Portugal e estão 10 graus. Qua saudades dos 30 de Luanda e das águas quentes para um mergulho. Nunca mais me queixo do trânsito do IC 19.
Viver em Luanda é duro, o tempo tem o seu próprio tempo e nem adianta querer fazer mais do que uma coisa por dia. O trânsito é louco, os horários não são para se cumprir. Há pobreza e riqueza lado a lado. Mas uma pobreza que os abgolanos tornam digna, recorrendo aos biscates e à imaginação para garantirem o pão nosso de cada dia. Mas sente-se que é um país a crescer, em movimento, onde sempre acontecem coisas. Às vezes, neste Portugal, sente-se uma certa claustrofobia, águas paradas e ausência de perspectivas. Tenho pena, porque amo este País. Como gostei muito de Angola. Porque lá, cada vitória sai-nos mesmo do pelo e essas são as vitórias que são mais saborosas. Chego cansado, mas chego bem.
sábado, 23 de janeiro de 2010
malembe, malembe
Nem acredito que consegui dez minutinhos com internet para vos dar conta da minha ausência. Estou em Angola a fazer a cobertura do Campeonato Africano das Nações, a um ritmo naturalmente acelerado, com internet apenas à noite quando envio o serviço e sem tempo para manter este blog actualizado.
Regresso na primeira semana de Fevereiro para vos dar conta das minhas aventuras.
Grosso modo, nem sei como isto está a correr. Bem, eu acho. Aqui a expressão um dia de cada vez ganha todo o sentido. Mas entre o stress e alguns momentos de sofrimento, há espaço para descobertas. Para me maravilhar e me surpreender, até para me rir das minhas figurinhas e dos outros.
Uma gargalhada aqui sabe melhor. Uma vitória tem mais significado. E sentimo-nos vivos.
Malembe, Malembe, que é como quem diz, 'com calma, com calma'...
Beijinhos e abraços
Regresso na primeira semana de Fevereiro para vos dar conta das minhas aventuras.
Grosso modo, nem sei como isto está a correr. Bem, eu acho. Aqui a expressão um dia de cada vez ganha todo o sentido. Mas entre o stress e alguns momentos de sofrimento, há espaço para descobertas. Para me maravilhar e me surpreender, até para me rir das minhas figurinhas e dos outros.
Uma gargalhada aqui sabe melhor. Uma vitória tem mais significado. E sentimo-nos vivos.
Malembe, Malembe, que é como quem diz, 'com calma, com calma'...
Beijinhos e abraços
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
A compra dos por cento
E eu a pensar que o Natal já tinha passado. Mas no último fim-de-semana tive mesmo de ir a um centro comercial e quase fui engolido por tanta gente. Cruzes.
Pelo que pude perceber, o mais engraçado é que as pessoas andavam todas a comprar a mesma coisa. Pelas conversas que ouvia, todos queriam comprar um produto muito na moda por estas alturas e que se chama «por cento»... E quem o conseguia dava mostras de enorme felicidade, como se tivesse encontrado o mapa do tesouro. Entre amigos era ver quem se gabava mais, tipo quem tinha comprado um automóvel com mais cavalos. Uns tinham comprado o «25 por cento», outros o «50 por cento» e havia até sortudos que garantiam que já tinham conseguido comprar um «70 por cento».
Certo é que os portugueses vão ficar cheios de «por centos» em casa. Nalguns casos, acho que nem interessa que produto é ou se é mesmo necessário. Importante é que seja ... «por cento».
PS - Durante o mês de Janeiro estarei ausente do País, não estranhem se não conseguir tempo para aqui vir. E desejem-me boa sorte, já que vou, além do serviço, numa missão de caça-fantasmas...
Pelo que pude perceber, o mais engraçado é que as pessoas andavam todas a comprar a mesma coisa. Pelas conversas que ouvia, todos queriam comprar um produto muito na moda por estas alturas e que se chama «por cento»... E quem o conseguia dava mostras de enorme felicidade, como se tivesse encontrado o mapa do tesouro. Entre amigos era ver quem se gabava mais, tipo quem tinha comprado um automóvel com mais cavalos. Uns tinham comprado o «25 por cento», outros o «50 por cento» e havia até sortudos que garantiam que já tinham conseguido comprar um «70 por cento».
Certo é que os portugueses vão ficar cheios de «por centos» em casa. Nalguns casos, acho que nem interessa que produto é ou se é mesmo necessário. Importante é que seja ... «por cento».
PS - Durante o mês de Janeiro estarei ausente do País, não estranhem se não conseguir tempo para aqui vir. E desejem-me boa sorte, já que vou, além do serviço, numa missão de caça-fantasmas...
Subscrever:
Mensagens (Atom)
